terça-feira, 14 de junho de 2011

DICAS PARA QUEM VAI TRABALHAR COM A EDUCAÇÃO INFANTIL


20 DICAS PARA QUEM VAI TRABALHAR COM A EDUCAÇÃO INFANTIL

Sendo a Educação Infantil a fase inicial da vida escolar da criança, necessário se torna que os profissionais envolvidos neste processo - especialmente educadores - apresentem aspectos condizentes à realidade em questão. Certas características devem ser observadas ao se contratar este profissional e eticamente falando ao assumir a responsabilidade de se trabalhar com crianças. Foram elencadas abaixo vinte dicas e características que um profissional deve ter para realizar um trabalho prazeroso e significativo com crianças pequenas.

1- GOSTAR DE CRIANÇAS, é imprescindível que o profissional goste de crianças , afinal nesta fase elas exigem paciência e amor a todo momento. Pressupõe-se que quem gosta de crianças, goste também de trabalhar com elas. O trabalho com pequenos requer disposição, carinho, responsabilidade e uma energia imensa proviniente somente de quem gosta do que faz.

2- AGILIDADE é uma característica de peso considerável, pois a criança corre, pula, caí, levanta, descarrega energia e se envolve em situações repentinas de risco, onde a agilidade do profissional pode evitar acidentes graves com os pequenos.

3- BOM PREPARO FÍSICO, nesta fase a maioria das brincadeiras são realizadas no chão, em rodas de conversa ou em círculos programados para as atividades, para tanto o profissional necessita de boa disposição física para sentar, levantar, pular, engatinhar, enfim participar de todas as atividades que propõe à criança. Além do que, os pequenos adoram presenciar adultos executando as mesmas atividades que eles.

4- SER ÉTICO, assuntos relacionados à instituição e suas famílias devem ser preservados. Nesta fase é comum crianças comentarem intimidades das famílias - estes casos ajudam os profissionais a conhecerem a realidade de vida da criança - e também alguém da família procurar apoio , confiando seus problemas a pessoas que trabalham na Instituição. Todavia, estes fatos somente poderão ser comentados em casos extremos- a pessoas especializadas ( Pedagogos, Psicopedagogos, Psicólogos e Assistentes Sociais) e com a aprovação da Equipe dirigente da Instituição. Tratar aos colegas com respeito e cordialidade, evitando brincadeiras desnecessárias e abusivas, afinal a criança observa o professor e o imita a todo momento.

5- SABER OUVIR OS RELATOS INFANTIS, nestes momentos o profissional poderá detectar possíveis problemas de várias naturezas, pelos quais a criança poderá estar passando - ou até mesmo sobre sua personalidade.

6- SER FIRME E AMÁVEL AO MESMO TEMPO, a criança testa o adulto a todo instante e quando percebe que está vencendo, se torna indiscilplinada e resistente às regras de convivência. Porém, a amabilidade deve ser cultivada, assim a criança se sentirá segura, afinal está em um ambiente onde todos são estranhos a ela. Então, caberá ao educador conciliar ambos aspectos, ponderando suas atitudes e conscientizando a criança sobre seus deveres, sempre que necessário.

7- RECEBER BEM OS PEQUENOS E SEUS FAMILIARES, os pais precisam se sentir seguros em relação ao local e às pessoas em que estão confiando seus filhos. Portanto, o profissional deve recebê-los sempre com cordialidade, esclarecendo suas dúvidas, tranquilizando-os em seus anseios, se disponibilzando a atendê-los quando necessitarem e utilizando estratégias que motivem a criança a gostar de ir para a instituição.

8- SER CRIATIVO, o planejamento pedagógico deverá nortear o trabalho do educador, todavia, poderá ser alterado sempre que a atividade proposta não estiver despertando o interesse da turma, para isso o profissional deverá ser criativo e tornar a atividade em questão mais prazerosa ou até mesmo lançar mão de outra atividade. Elaborar um plano de aula focado em situações cotidianas das crianças ou da Instituição, encontrando ou criando músicas, histórias, jogos, atividades e brincadeiras que enfatizem o tema do planejamento é uma ótima estratégia para um trabalho diversificado.

9- QUERER APRENDER, a todo momento surgem fatos inesperados quando o assunto é criança, e nem sempre o profissinal está preparado para resolver tudo o que acontecer, portanto, deverá ter humildade para pedir ajuda e querer aprender com os mais experientes.

10- UTILIZAR ROUPAS ADEQUADAS, caso a instituição não adote uniforme, o ideal é camiseta e calça de malha ou jeans - mais largo - para não prejudicar o desempenho das atividades, e tênis ou sandálias rasteirinhas. Roupas decotadas, saias, sandálias de salto, roupas apertadas, transparentes, miniblusas ou tomara que caia devem ser evitados, pois além de inibir o trabalho do profissional, desperta a tenção de pais, colabores, profissionais e demais pessoas envolvidas no processo.

11- NÃO DEIXAR AS CRIANÇAS SOZINHAS, ter consciência de que as crianças não podem ficar sozinhas em nenhum momento, caso tenha necessidade de se ausentar do espaço onde se encontra com a turma, peça a uma criança que chame outro profissional para assumir seu lugar temporariamente. Um segundo sozinhas, os pequenos cometem atitudes inesperadas.

12- JAMAIS DÊ AS COSTAS ÀS CRIANÇAS, ao falar com alguém na porta da sala - ou em qualquer outro espaço - jamais dê as costas às crianças, em fração de segundos acontecem muitos problemas sem que o educador esteja vendo.

13- TRABALHAR SEU TOM DE VOZ, não falar em tom áspero, irônico e volume alto - assim a criança só compreenderá suas solicitações quando as mesmas forem feitas com gritos. O ideal é manter um tom baixo e calmo, todavia caso haja necessidade de uma alteração, que não haja grito e sua mudança na tonalidade da voz..

14- GOSTAR DE MÚSICA, nesta fase a musicalização é muito utilizada. O profissional deverá gostar, conhecer e querer aprender mais e mais músicas, de preferência acompanhadas de gestos que ajudam muito no desenvolvimento infantil.

15- SABER CONTAR HISTÓRIAS, sim pois contar histórias não é ler o livro - é contar com emoção, despertando a curisidade e a imaginação da criança.

16- CONHECER AS ÁREAS DO CONHECIMENTO A SEREM TRABALHADAS: Racíocinio lógico matemático, Linguagem oral e escrita, Psicomotricidade, Áreas Perceptivas, Conhecimento Social, Áreas de expressão artística e cultural, Valores Humanos,Religiosidade, Consciência Ecológica e Conhecimento físico - elaborando seu plano de aula enfatizando todas as áreas.

17- LER E EXECUTAR A PROPOSTA PEDAGÓGICA E O REGIMENTO DA INSTITUÇÃO, assim o trabalho do profissional terá embasamento teórico e sustentabilidade pedagógica.

18- SABER ELABORAR PROJETOS DE AÇÃO PEDAGÓGICA envolvendo temas atuais, o trabalho com projetos facilita o trabalho do educador, porém, estes projetos devem ser executados com criatividade envolvendo temas de interesse das crianças e ao mesmo tempo objetivando uma conscientização sobre o tema proposto. Os projetos devem ser constantemente avaliados, caso contrário, não terão significado ao processo educacional.

19- DECORAR E REDECORAR O AMBIENTE SEMPRE QUE NECESSÁRIO, os olhos da criança se cansam com facilidade de determinadas decorações, para evitar esta situação, o ideal é utilizar cores claras, tons pastéis e desenhos acompanhados de paisagens, passarinhos, vales, árvores e flores, pois acalmam os pequenos.

20- RESERVAR UM ESPAÇO NA SALA PARA EXPOSIÇÃO DAS PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS e convidar os demais profissionais da Instituição, bem como os familiares dos pequenos, para visitarem a exposição de trabalhos delas. Pode-se colocar um nome na exposição e um pseudônimo para o autor da obra. Expor trabalhos nos corredores de entrada da Instituição - de forma criativa, sempre identificados e relatando os objetivos- também apresenta bons resultados.

É importante ressaltar que não há receita pronta para se trabalhar em nenhum nível educacional, mas a troca de experiências tem garantido excelentes resultados aos profissionais. Entretanto, a chave do sucesso de qualquer trabalho consiste em gostar do que faz. Quando se faz o que se gosta, as barreiras se tornam transponíveis e as amarras mais frouxas.

PROJETO: CIRANDAS DE RODA

PROJETO: III FESTIVAL DE CIRANDAS DE RODA

TEMA: A PRÁTICA MUSICAL COMO FORMA DE EXPRESSÃO

ELABORADORAS: PROª. EDIANE GARCIA

PROFª. LEONARD CARVALHO

APRESENTAÇÃO

A música no processo da aprendizagem segundo Bruscia (200), nos permite expressar nossos corpos através do som. Quando cantamos ou tocamos instrumentos liberamos nossa energia interna para o mundo externo, fazemos o nosso corpo suar dando formas ao nosso impulso. Portanto, através da música resgatamos a intensidade do viver, descobrimos na música um excelente meio de expressão das emoções, podendo assim afirmar que a mesma traz efeitos significativos no campo da maturação social da criança. Quando uma criança brinca de roda, por exemplo, ela tem a oportunidade de vivenciar de forma lúdica, várias situações. Vale ressaltar que a música dentro do processo educacional é de fundamental importância para o aprendizado das regras sociais por parte das crianças.

E o presente projeto retrata da importância das músicas de cirandas de roda nas Escolas de Educação Infantil do Município de Mocajuba que são representadas no mês de agosto pelas crianças em apresentações com brincadeiras de roda.

Neste ano acontecerá o III Festival Folclórico de Cirandas de Roda com o Tema: “A prática musical como forma de expressão”, no dia 20 de agosto de 2011, a partir das 19:00 no Ginásio Poliesportivo “Irmã Vieira” e este evento será destinado a Professores e alunos da Educação Infantil com o objetivo principal de resgatar as cirandas de roda e despertar o interesse da musicalização através de atividades lúdicas.

JUSTIFICATIVA

Segundo o Referencial Curricular para Educação Infantil a música vem ao longo de sua história, atendendo a vários objetivos, alguns dos quais alheios as questões próprias dessa linguagem. Tem sido em muitos casos, suporte para atender a vários propósitos, como a formação de hábitos, atitudes e comportamentos. Estas canções costumam ser acompanhadas por gestos corporais, imitados pelas crianças.

O homem e sempre gostou de música. Muito antes de aprender a ler e a escrever, costumava bater palmas e os pés no chão, enquanto dava voltas em círculo. Ao dançar, marcava o compasso com o bater de dois pedaços de pau. E com o passar do tempo foi inventando instrumentos curiosos para contar suas histórias em canções.

O grande valor da música na escola está no fato de ser uma solicitação natural das próprias crianças. Elas gostam de músicas, de tocar, cantar, marcar ritmos com os dedos, com lápis ou com os pés. Devemos desenvolver na criança a “musicalização”, musicalizar consiste em transformar as pessoas em indivíduos que usam os sons musicais, fazem e criam, sentem a música através da audição.

Do ponto de vista pedagógico, estas cantigas infantis são consideradas completas: brincando de roda a criança exercita naturalmente o seu corpo, desenvolve o raciocínio e a memória, estimula o gosto pelo canto. Poesia, música e dança, une-se em uma síntese de elementos imprescindíveis a educação de crianças.

A educação com músicas educativas faz com que a criança, interaja e tenha mais interesse em aprender, possibilitando mais atividades dentro de sala de aula, fazendo com que eles se voltem e se interessem com variáveis formas de aprender. Isso estimula o desenvolvimento da criança. É muito importante integrar melodia, ritmo, harmonia, desenvolvendo a audição. Ao cantar as crianças, têm condições de adquirir um variado repertório de informação, que mais tarde será usado na sua comunicação.

Entretanto as seleções das músicas devem ser bastante cautelosa, musicas que exigem muito esforço vocal e texto muito longo, é complicado assim como gesto excessivos, comprometendo essa atividade por isso e de preferência as canções mais fácies de ser cantadas, como musicas popular infantis, e brasileiras, devem ser apresentadas as crianças obras musicais, de diferente gêneros, estilos, épocas para que iniciem seus conhecimento sobre a produção musical na área da educação, pode ser encontrada algumas canções, com finalidade de transmitir regras de aprendizagem é fundamental que você, ouça as canções, antes de apresenta as crianças.

OBJETIVO GERAL:

Despertar o interesse da musicalização através de atividades lúdicas, fazendo com que as crianças desenvolvam o senso musical, sua sensibilidade e expressão, ou seja, inseri-las no mundo da música.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

· Levar alunos e professores a resgatar, vivenciar e valorizar as manifestações da cultura popular brasileira, paraense e mocajubense;

· Conhecer a importância da cantiga de roda nas áreas do conhecimento;

· Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações;

· Aprender a usar o próprio corpo como forma de expressão corporal e gestual;

· Desenvolver o senso rítmico e a criatividade infantil;

· Resgatar na família as cantigas de roda vivenciadas pelos pais, avós, tios e outros;

· Conhecer e resgatar algumas cantigas;

· Identificar-se como parte integrante da cultura popular;

· Explorar os sons onomatopéia.

METODOLOGIA:

O evento será realizado através de danças de roda com o resgate de Cantigas de Roda e serão desenvolvidas pelas Escolas de Educação Infantil com a interação Professor e aluno.

E neste ano teremos a participação do Coral Infantil e o lançamento do CD de Cirandas de Roda.

O evento será divulgado através de rádios, folderes e baner. Solicitaremos o apoio da Guarda Municipal e do total apoio da Secretaria de Educação na pessoa da Profª. Regina Suely Martins Meireles.

CRONOGRAMA

AÇÕES

MÊS: Junho

MÊS: Agosto

Elaboração do projeto

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Pesquisa Bibliográfica

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Apresentação do Projeto para a Secretária de Educação

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Gravação do CD

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Apresentação do Projeto ás escolas

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Confecção de materiais e ensaios

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Execução do Projeto

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Avaliação do Projeto

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CONCLUSÃO

O presente projeto pretende levar ao III FESTIVAL FOLCLÓRICO DE CIRANDAS DE RODA o que tem de melhor e mais fascinante do cirandar, resgatando o ritmo, a melodia simples e deliciosa de ouvir.

Percebe-se que rodar de mãos dadas vai muito além da imaginação. Muitas cirandas podem ser vivenciadas de maneiras diversas, com o corpo e alma, como com os pés entrelaçados e de costas para o centro da roda e tudo isso proporciona explorar e brincar com os variados sons e ritmos com instrumentos ou não.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

-Bruscia (200) – Lúdico e musicalização na educação infantil – Editora UNIASSELVI.

-Aguiar, Francisca Josiane. Projeto: “O Desenvolvimento da Aprendizagem por Meio da Musicalidade”. Ano 2010. Nova Esperança do Piriá.



III FESTIVAL DE CIRANDAS DE RODA


O evento será realizado através de danças de roda com o resgate de Cantigas de Roda e serão desenvolvidas pelas Escolas de Educação Infantil com a interação Professor e aluno.

E neste ano teremos a participação do Coral Infantil e o lançamento do CD de Cirandas de Roda.

O evento será divulgado através de rádios, folderes e banner. E contaremos com o apoio da Secretaria de Educação na pessoa da Profª. Regina Suely Martins Meireles e da Prefeitura Municipal de Mocajuba.

Será no dia 20 de agosto, a partir das 19:00 h no Ginásio Poliesportivo “Irmã Vieira”

Organizadoras do evento: Profª. Ediane Garcia

Profª. Leonard Carvalho